17 de mar. de 2013
Quando o Amor vai ficando pra trás...
14 de mar. de 2012
3 dicas para esquentar o clima...


5 de jan. de 2012
Ano Novo com libido em alta...
Combata os vilões do tesão e comece o ano com o pé direito!

A famosa rapidinha...
Sexo na banheira...
Sensação de leveza dos corpos dá asas à imaginação do casal...
4 de out. de 2011
Amizade Colorida...
Fonte: Bolsa de Mulher
20 de jun. de 2011
Sexo oral: 69
Não gosto
Ju Rossi também não é fã da posição e prefere que cada um tenha o seu momento. "Acho difícil fazer bem feito e sentir ao mesmo tempo", alega.
Gosto muito
Betty Boop é daquelas que acham que entre quatro paredes vale tudo. "Se for confortável para os dois, pode rolar 69, 70, 80, 81...", brinca, confessando que acha a prática "agradável". "Afinal, você dá e recebe prazer ao mesmo tempo", explica.
Falando em 70, 80 e 81, Rayka não deixa por menos. "O 69 é ótimo, principalmente quando ele aproveita a posição para lamber também o meu lado B", diz.
Carag acha que o 69 é uma batalha sadia, em que um tenta fazer o outro gozar. "Minha namorada não consegue manter muito a atenção, mas o 69 é só pra dar mais apetite... Nem precisa gozar", diz, ressaltando que, nessas horas, uma boa higiene é fundamental: "Se tiver com cheiro, aí realmente é desagradável".
O sexólogo Helio Fellipe afirma que, em termos fisiológicos, o "papai e mamãe" é a posição mais próxima do necessário para a consumação de uma relação sexual. No entanto, na hora h, cada pessoa precisa de um estímulo diferente. "A sexualidade de cada indivíduo é um segredo. Tudo vai depender do envolvimento, da maneira como o sexo rola e da abordagem do fato", explica.
Hélio salienta que há pessoas que, por conta da má informação ou da criação que tiveram, acreditam que fazer determinadas coisas na cama é coisa de vadia. "Com certeza essas mulheres desconhecem o seu próprio corpo e suas necessidades. É preciso exercitar a sexualidade (não o sexo) e a desinibição. É necessário fazer um trabalho de sensibilização para que sintam o erótico (não a pornografia) dentro delas", explica.
O sexólogo lembra que a natureza possibilita ao corpo humano muitas variações em busca do prazer sexual. "É claro que, para se fazer um 69, o casal deve se conhecer bastante. Os hábitos higiênicos são de primordial importância, já que ambos estarão literalmente de cara com a intimidade de cada um", afirma ele, acrescentando que o corpo deve estar não só limpo, mas também clinicamente sadio. "Não devemos imaginar outro cheiro senão o natural do sexo. Há quem, por não estar excitado o suficiente, confunda o cheiro natural do corpo excretado pelas glândulas sexuais com ‘um mau cheiro'. E aí, não rola!", explica.
Relaxa e goza
Para Helio Felippe, o 69 é fruto de fantasias e, consequentemente, um facilitador do orgasmo. "Algumas pessoas não se sentem confortáveis por conta da posição ou mesmo pela inibição da exposição total e podem ter dificuldades em atingir o orgasmo", afirma ele, sinalizando que pensamentos como 'será que estou limpo(a) o suficiente?' ou 'será que ele(a) está vendo as minhas gordurinhas ?' e até o medo de soltar gases podem comprometer a concentração no que se está fazendo.
"O mundo das fantasias e das possibilidades de prazer é enorme. O corpo todo deve ser explorado, não somente as zonas erógenas", afirma Hélio, lembrando que, com criatividade, podemos explorar muitas regiões durante o 69 como o bumbum, as coxas e o ânus, que é extremamente vascularizado e dotado de erotismo em ambos os sexos. "Com tato e carinho, uma conversa pode abrir caminhos para novas experiências", finaliza.
Fonte: Bolsa de Mulher
12 de mai. de 2011
Eles se declaram primeiro...
Fonte: GuiadeMoteis
8 de mai. de 2011
Coisas simples que você pode fazer para não cair na rotina...
- Estar aberta a novas experiências ajuda muito a apimentar a relação e não deixar cair na rotina.
- Para ativar o desejo sexual é preciso deixar transparecer os sentimentos.
- Falar sobre sexo ajuda a aumentar o desejo sexual e alimentar a fantasia.
- Uma boa dose de criatividade para surpreender o parceiro nunca é de mais.
- É importante reservar pelo menos um dia por mês para um momento especial do casal.
- Fazer uma massagem relaxante, que acaba se tornando erótica, pode ser uma ótima alternativa.
- Fazer um jantarzinho especial com comidas afrodizíacas e uma sobremesa que vocês possam brincar com ela após o jantar... use a imaginação!
- Surpreenda seu parceiro com uma transa rápidinha e inesperada no meio do dia.
- Um banho a dois com muita espuma, óleo de banho e muito carinho.
- Regra básica: sempre acrescente uma pitada de novidade!
Fonte: Constantine
11 de abr. de 2011
Casais transmitem sentimentos por meio do toque...
Fonte: GM
10 de jan. de 2011
Ele só pensa naquilo?!
* os nomes foram trocados a pedido dos entrevistados
Fonte: Bolsa de Mulher
18 de out. de 2010
Casar e namorar reduzem hormônios do estresse
A equipe, liderada por Dario Maestripieri, analisou 348 homens (média de idade de 29 anos) e 153 mulheres (27 anos), todos estudantes de mestrado. Cerca de 40% dos representantes do sexo masculino e 53% do feminino tinham parceiros fixos.
Os alunos foram convidados a jogar uma série de jogos de computador e informados de que o teste era uma exigência do curso e que teria impacto em sua colocação na carreira. Essa medida tornou a situação potencialmente estressante. Amostras de saliva coletadas antes e depois da atividade mediram os níveis hormonais e suas alterações.
Segundo o jornal Daily Mail, as concentrações de cortisol aumentaram em todos os participantes, principalmente em mulheres. No entanto, os solitários mostraram taxas mais altas que os que dividem a vida com alguém. O exercício ainda diminuiu a testosterona nos homens, mas não no sexo oposto, um efeito do estresse observado previamente em humanos e animais.
Maestripieri disse que o casamento pode ser muito estressante, mas justamente isso deve tornar mais fácil para as pessoas lidarem com outros fatores estressantes da vida.
15 de out. de 2010
Para psicólogo, ser humano tem de aprender a amar

"Nós, ocidentais, não cultivamos a arte de amar porque temos o amor como uma coisa espontânea, que ocorre de forma acidental. Precisamos aprender como são as manifestações desse sentimento, em nós e nos outros", afirma o médico Esdras Guerreiro Vasconcellos, professor de pós-graduação em psicologia da USP (Universidade de São Paulo) e da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Vasconcellos dá um curso sobre o amor no IPSPP (Instituto Paulista de Stress, Psicossomática e Psiconeuroimunologia) que tem duração de quatro meses. Em "O Amor Bem Amado" são abordados temas como "A Linguagem do Amor", "Se Tudo está Certo, Porque dá Errado?" e "A Arte de Amar".
Mesmo sendo um sentimento tão "antigo", o amor não muda com o tempo. O que se transforma é o jeito de amar, já que o comportamento do amante está em constante alteração, sofrendo influência do contexto sociocultural, da filosofia vigente e da visão de mundo do homem.
"Aqui, valorizamos a paixão, o amor que nasce de uma grande paixão. No Oriente, dizer que está apaixonado por alguém pode ser considerado ofensa. Lá, o amor deve ser sereno e respeitoso, e a paixão é tida como desequilíbrio", diz Vasconcellos.
Consequências de não saber amar
Entre tantas diferenças, quando não se sabe amar, os problemas aparecem. O que era encanto, bem-querer, sedução e desejo pode se transformar e dar espaço à rotina e às cobranças.
"Existem diferentes maneiras de amar. As formas como nos comportamos no momento da paixão e na arte da sedução exigem aprendizado. O homem ama de um jeito, a mulher, de outro. Cada um cumpre o seu papel social porque as fantasias são diferentes", afirma o professor.
A maneira como cada um se entrega ao amor e o equilíbrio são segredos para que os relacionamentos sejam uma fonte de bem-estar, não de destruição.
Segundo o médico, algumas pessoas não suportam sentimentos de grande porte, pela história de vida e pela personalidade. Outras têm uma tendência para viver tudo com muita intensidade, sempre com um turbilhão de emoções.
"Estamos constantemente aprendendo a lidar com os sentimentos. Muitas vezes a história de vida ensina a evitar a paixão, o amor profundo. É o típico 'gato escaldado'. Mas há os que não sabem viver com pouca intensidade. Amam profundamente, um amor tão intenso que pode levar à morte", diz Vasconcellos.
8 de out. de 2010
Linguagem fofinha

O estudo mostra que os casais apresentam o mesmo modo de falar nos períodos mais felizes de seu relacionamento. A tendência a copiar a voz do parceiro é chamada pelos pesquisadores da Universidade do Texas, de "estilo de linguagem correspondente".
"Quando duas pessoas começam a conversar, em geral, começam a falar parecido em questão de segundos", diz James Pennebaker, que liderou o estudo. "Isso também acontece quando se lê um livro ou se assiste a um filme. Assim que os créditos sobem, nos vemos falando como o autor ou personagens centrais da trama".
Pennebaker e um grupo de pesquisadores liderados por ele estudaram o linguajar de dois mil estudantes. Os resultados confirmaram que o "estilo de linguagem correspondente" atinge também a escrita das pessoas. Os pesquisadores também usaram figuras históricas para descobrir se a linguagem poderia revelar proximidade ou distância em uma relação.
O casal de poetas ingleses da época vitoriana Elizabeth Barrett e Robert Browning e os poetas contemporâneos Sylvia Plath e Ted Hughes fora avaliados pela equipe e sua arte pode revelar como os casais se sentiam durante os períodos turbulentos do relacionamento.
"O estilo das palavras usados nos poemas eram mais similares durante os períodos mais felizes de suas relações e menos sincronizados próximo ao fim dos relacionamentos", afirma a pesquisadora Molly Ireland.
A equipe, agora, investiga se a linguagem usada no dia-a-dia pelos casais pode indicar o começo ou o fim de relacionamentos amorosos. Se a metodologia funcionar, os pesquisadores dizem que pode ser uma nova maneira de julgar se duas pessoas, mesmo que não estejam romanticamente envolvidas, podem conviver em harmonia.
1 de out. de 2010
Verdades e mentiras sobre sexo
A EJACULAÇÃO FEMININA - Já escutou falar em mulheres que ejaculam como homens, chegando a deixar o colchão encharcado? Acontece, só que não é ejaculação. A educadora sexual Laura Muller diferencia: “Mulheres não têm estruturas anatômicas que possam levar à ejaculação. O que ocorre é o seguinte: quando ela entra no período de excitação, o corpo produz um líquido lubrificante. Em algumas mulheres, este líquido é produzido em grande quantidade. Durante as contrações musculares provocadas pelo orgasmo, este lubrificante pode acabar sendo expelido, bem na hora do clímax”. Daí a confusão toda.
ORGASMOS MÚLTIPLOS - Como se não bastasse ter o orgasmo cobrado pelo parceiro, ainda aparece essa história de orgasmo múltiplo. Sim, ele existe, mas mesmo quem já o experimentou garante que foi uma vez ou outra na vida. “Como conseguir, se elas nem sabem o que é isso? Algumas passaram a vida reprimindo a sexualidade, e agora o orgasmo é encarado como algo obrigatório. Coitadas das mulheres!”, lamenta Dr. Amaury. A educadora sexual Laura Muller, autora do livro “500 perguntas sobre sexo (Ed. Objetiva), explica: “A maioria das mulheres só atinge o clímax uma vez por relação. Outras apresentam características diferentes, como vários orgasmos seguidos, porém menos intensos”. Portanto, relaxe e goze. O que vier além é lucro.
MASTURBAR-SE FAZ MAL À SAÚDE? - Este é um dos mitos mais maldosos. Em plena época de explosão hormonal, os adolescentes evitam masturbar-se com medo de que coisas terríveis aconteçam a eles. Nada disso! Masturbação não faz crescer pelo nas mãos, não provoca pedras nos mamilos, não enfraquece, dá espinhas ou adoece. Laura Muller explica: “Esse mito faz parte de uma educação sexual repressora que foi difundida no século XVIII. Em 1758, um médico europeu renomado, o Dr. Tissot, lançou obras pregando os malefícios da masturbação. O médico dizia que as pessoas adoeciam, ficavam malucas e poderiam chegar à morte. Hoje, os estudiosos são unânimes em afirmar que masturbação, além de não fazer mal à saúde, ajuda a perceber melhor o próprio corpo, e a descobrir o caminho para o orgasmo e o prazer”.
O HOMEM É O RESPONSÁVEL PELO PRAZER DA MULHER - Tudo bem que existem homens pouco talentosos por aí, mas Dr. Amaury é enfático. “Salvo em casos de ejaculação precoce, ele não tem nenhuma responsabilidade pelo prazer de ninguém. Cada um de nós nasce com sua própria libido. A sociedade trata de estimular ou reprimir. O sexo tem de ser egoísta. Cada um cuida de si e busca o seu prazer”, afirma. Da próxima vez, antes de reclamar, garanta a sua felicidade antes que ele caia no sono.
MENSTRUAÇÃO E SEXO - Até hoje mulheres abrem mão do prazer nesses dias. Os homens também não costumam gostar do excesso de sangue, que consideram nojento. Tudo bem que provoca uma carnificina na cama, mas tirando a trabalheira de limpar tudo, não há contra-indicação. Afinal, de onde surgiu essa lenda, Dr. Amaury? “Foi entre os judeus, que diziam que a mulher menstruada era impura, não podendo nem apertar a mão dos homens. Elas deveriam se purificar com banhos até que a menstruação cessasse. Sexo então, nem pensar! A explicação é simples. Dentre as culturas antigas, o judeu foi o único povo que não desapareceu. Isso porque a proibição do contato entre homem e mulher durante o período menstrual tornava estratégico o sexo durante a ovulação”, explica. Não entendeu? Basta fazer as contas! “Do primeiro ao último dia da menstruação são em média seis dias. Até que ela esteja “bem limpa”, mais uns três dias. Quando finalmente o homem não agüentasse mais, a mulher já estaria em seu período fértil. E aí, adivinha! Lá vinha um filho”, conta o sexólogo. “Ter ou não relações neste período vai depender do gosto, do prazer e do tesão de cada um”.
ORGASMO VAGINAL - Mesmo sem conseguir, muitas mulheres acreditam que precisam atingir o orgasmo através da penetração. Procuramos o terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, membro da comissão de estudos em terapia sexual do ISEXP, para esclarecer de onde surgiu a lenda. \"Freud dizia que a mulher madura deveria ter orgasmos vaginais - atingidos através da penetração –, e que as imaturas teriam o clitoriano. Isso pirou a cabeça das mulheres, terminando com muitos relacionamentos. Elas eram cobradas pelos maridos, que achavam que não lhes davam prazer suficiente. Hoje sabemos que o prazer é um só, não importa de onde venha. Pode ser dos seios, das pernas, do clitóris ou de qualquer outra parte do corpo. O importante é que venha. O clitóris é apenas o detonador de tudo. O mito do orgasmo vaginal ainda hoje traz clientes chorosas ao consultório\", explica. Maldito Freud!
O PONTO G - Este é um dos maiores mistérios do corpo humano e motivo de controvérsias entre médicos. A ginecologista Ângela Magalhães, autora do livro “Sexo sem medo” (Ed. Brasport) explica: “Anatomicamente, o ponto G não existe. Mas o que se pode concluir, por tudo o que já se falou e se escreveu, é que ele esteja localizado no terço inicial da vagina, na sua parede anterior. O massageamento desse local aumenta intensivamente o desejo e as sensações sexuais”. Real ou imaginário, as formas de se ter prazer são muitas. Portanto, deixe o ponto G em paz e procure o que lhe faz feliz.
28 de set. de 2010
10 coisas para saber sobre os homens ....

Ele muda durante a gravidez da parceira: Os futuros papais passam por mudanças hormonais que fazem com que seu lado paternal fique mais aflorado. Os feromônios de uma mulher grávida podem influenciar seu companheiro a mudar. Mesmo antes delas engravidarem, eles fazem com que elas fiquem mais abertas ao fato de ter um filho, diz um estudo de 2008 publicado pela revista especializada “Hormones and Behavior”.
Defendem seu território: Já reparou que seu namorado não desgruda de você quando outro cara aparece? Pode não ser nada mais que um amigo, mas ele encara isso como uma ameaça. Isso acontece porque o dever do homem é defender seu território. Embora as mulheres tenham crises de ciúmes, eles são muito mais propensos a se tornarem violentos quando veem uma ameaça à sua vida amorosa.
Eles são mais emotivos: Enquanto o sexo feminino é considerado o mais emotivo, pesquisas mostram que os meninos são mais propensos a reações emotivas e choram mais. Homens adultos também respondem com a emoção mas, só antes de entenderem o que estão sentindo, diz uma pesquisa de 2008. Quando se dão conta do que estão sentindo, eles fazem de conta que nada acontece. Isso se dá pelo costume de reprimir os sentimentos, o que faria com que eles lidassem melhor com uma possível ameaça.
Mantém o foco na solução dos problemas: Enquanto as mulheres precisam desabafar e ouvir conselhos para resolverem uma questão, eles só querem resolver o problema. De acordo com pesquisas, o cérebro masculino não responde quando alguém quer desabafar ou falar sobre um problema. Os estudos indicam que a cabeça deles busca uma solução para tudo e não se preocupa em oferecer solidariedade ou compreender sentimentos alheios.
Eles olham para outras mulheres: Homens têm seis vezes mais testosterona do que as mulheres e, de acordo com pesquisa da Universidade de Columbia, em Nova York, ela prejudica a área que controla o impulso no cérebro deles e explicaria o porquê de olharem sempre que uma mulher passa por perto e se esquecerem logo em seguida.
Querem mostrar quem está no comando: Sabe aquela história de filmes em que um menino sempre apanha de outro mais forte no colégio e depois dá a volta por cima? Os homens precisam definir quem está no comando para não se sentirem ansiosos sem saber como agir. Muitas vezes, o uso de força e humilhação aos companheiros é garantia de que alguns deles estarão no comando, até que alguém mais forte apareça.
Brincando com o papai: As brincadeiras entre pais e filhos são, em geral, diferentes das das mães. Entre lutas e jogos espontâneos, eles estão tentando preparar os pequenos para aprender melhor, serem mais confiantes e prepará-los para a vida real. Pais presentes apresentam menores níveis de testosterona e, segundo estudos, isso faria com que fossem mais evoluídos do que os outros. Eles teriam mais chances de fazer com que seus genes passassem de geração em geração.
Têm preocupação com relacionamentos: Com o amadurecimento, os homens veem que precisam de uma companheira ou companheiro. Estudos mostram que, passada a fase de competição por status e parceiras até os 30 anos, eles dão mais valor aos laços afetivos e relacionamentos.
Eles também querem compromisso: Quando chegam perto dos 30 anos, em geral, eles querem sossegar, diz um estudo boliviano de 2007. De acordo com outra pesquisa, 60% deles querem casar e, mais que isso, serem felizes para sempre. No entanto, 40% dos homens têm dificuldades em serem fiéis, o que, de acordo com pesquisa publicada na “Proceedings of National Academy of Science”, pode ser um problema genético.
São mais vulneráveis com a solidão: Não é que as mulheres gostem de ficar sozinhas, mas eles sofrem mais com isso, diz um estudo da Universidade da Califórnia. Homens – principalmente os mais velhos - são menos ativos socialmente do que elas e, por isso, sofreriam mais. Os que estão em uma relação estável são menos ansiosos e vivem mais.
24 de set. de 2010
O que pode (ou não) ser considerado traição em um relacionamento

Quando Luiza compra sapatos, chega mais cedo em casa para escondê-los do marido. Já Júlia diz para o namorado que vai visitar uma amiga, quando na verdade está no bar com o pessoal do escritório. Martina conversa com o ex às vezes - mas o atual, claro, nem imagina... Já viu esse filme? De fato, falar tudo o tempo todo pode ser difícil quando o parceiro não gosta dos seus colegas, do seu trabalho, das roupas que comprou na liquidação... Uma mentirinha aqui ou ali, além de inocente, evita brigas desnecessárias, certo? Errado. Não conte a ninguém, mas omitir segredos do seu amor pode ser tão grave quanto dormir com um colega de trabalho. Entenda por quê.
Confiança ameaçada
Luiza, 36 anos, faz todas as compras no cartão de crédito que divide com o marido. Quer dizer, quase todas. Quando quer um sapato novo, por exemplo, usa o de débito, que dispensa fatura. "Também chego em casa mais cedo e guardo a aquisição no armário. Caso ele pergunte, juro que o par é velho." Segundo ela, o moço toma conhecimento de menos de 1% das compras que faz. Não parece, mas uma omissão boba como essa pode se transformar em uma bomba-relógio - afinal, não deixa de ser uma maneira "inocente" de trair a confiança do parceiro. "Se alguém esconde segredos no relacionamento, algo está errado: ou um lado é muito impositivo ou o outro não sabe se impor", explica Ailton Amélio da Silva, psicólogo e professor da Universidade de São Paulo. Melhor sentar e conversar sobre os valores e necessidades de cada um, o que é uma ótima chance para aprenderem a ouvir e negociar. Foi o que aconteceu com o casal Janaína e Bruno. Depois de meses fumando escondida, a engenheira de 28 anos foi descoberta e teve que ser flexível para não perder o namorado. "Por insistência dele, tentei parar, mas não consegui. Combinamos que só fumaria três cigarros por dia, e nenhum na presença de Bruno. Aos poucos, estou largando o vício."
Gestão de risco
Infelizmente, nem sempre o acordo é possível. O namorado de Júlia, por exemplo, odiava que a publicitária de 33 anos fosse a festas sem ele. Bem que ela tentou incluir o moço nas baladas, mas, além de não ir, ele ainda a convencia a ficar. "Um dia, falei que ia visitar uma amiga e corri para a happy hour da empresa." Para Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relacionamentos, mentir pode não ser uma infidelidade propriamente dita, mas há grandes chances de precedê-la. "Você vai se acostumando a esconder pequenas histórias e, mais tarde, não se sente culpada ao mascarar problemas maiores." Sem contar que, cada vez que faz algo pelas costas de seu amor, deixa de trabalhar em parceria com ele.
Foi o que aconteceu com a analista de sistemas Lívia, 28 anos. Quando ainda estava casada, o marido a proibiu de terminar um curso na área de telecomunicações. "Ele não queria que eu ficasse em uma sala cheia de homens. Para evitar brigas, disse que tinha trancado a matéria. Na verdade, enviei os trabalhos por e-mail e fiz provas na hora do almoço sem ele nem desconfiar. Só comuniquei a farsa quando peguei o diploma."
Mentira tem perna curta
Normalmente, encaramos aquela pequena omissão como uma forma de proteger o relacionamento - afinal, seu querido ficaria chateado à toa. Foi pensando assim que a professora de educação física Martina, 23 anos, combinou de encontrar um ex-amor sem nem cogitar avisar o atual. "Sabia que meu namorado morreria de ciúme e faria um escândalo desnecessário." Então, Martina aproveitou uma viagem até a cidade do rapaz para saírem como amigos. "Quando voltei, tive ainda mais certeza de que estava com o homem certo. Ele nunca desconfiou de nada e nunca saberá o que aconteceu. Não acho que o traí." A psicóloga americana Shirley Glass discordaria. Especialista em infidelidade, chegou à conclusão de que a traição não acontece apenas quando há contato físico e que, pasme, a amizade entre homens e mulheres pode ser tão perigosa para um casal quanto um envolvimento sexual. Em seu livro Not Just Friends (Não apenas amigos, em tradução livre), Shirley apontou que 82% dos entrevistados tiveram um caso extraconjugal com alguém que, a princípio, era um colega. Para ela, mesmo quem está em um relacionamento feliz pode, sem querer, atravessar a linha que divide a amizade platônica de um amor romântico. Polêmicas à parte, todos os especialistas concordam em pelo menos um ponto: para um relacionamento vingar, honestidade não pode faltar. Ela fortalece a confiança entre vocês e ajuda a construir os mecanismos que fazem o amor durar para sempre.
Por que elas mentem
Para o psicólogo e conselheiro amoroso Richard Nicastro, os cinco maiores motivos que levam as mulheres a mentir para o companheiro são:
1. Fugir de uma realidade angustiante.
2. Expressar um traço da sua personalidade que tenta renegar. Por exemplo: quem se sente humilhada procura onipotência, as mandonas se tornam submissas, as éticas, desobedientes.
3. Sentir a adrenalina de ter um segredo só seu.
4. Dominar o parceiro, uma vez que é uma forma de controlar algo a que ele não tem acesso.
5. Evitar intimidade emocional.
Independente de qual motivo causador da mentira é sempre bom contar a verdade, uma mentira por menor que possa parecer para você, para a outra pessoa pode ser o fim =(









