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17 de mar. de 2013

Quando o Amor vai ficando pra trás...



"Para se viver a dois, tem-se de manter acesa a capacidade de seduzir e de conquistar. O tempo, por si, nada resolve. O amor vai ficando para trás quando um dos parceiros pensa que a conquista está definida e relaxa. Como um general romano que, depois de ter conquistado um país, parte para a invasão de um novo território. Porém, todo bom general sabe que, mais do que conquistar, é preciso trabalhar no sentido de manter o território conquistado.

É muito comum homens e mulheres pensarem que, com o casamento, a pessoa amada já está conquistada e, então, partem para outros desafios, sejam profissionais, financeiros ou sociais. E quando se olha para trás, vê-se que ela já não está ali esperando. Ela não ficou estática, como se fosse um apartamento que foi comprado e que permaneceu ali, à espera de mobília.

O amor vai ficando para trás quando se pensa que o casamento dá o direito de fazer cobranças ao outro e se passa a viver exigindo que ele cumpra o que seriam suas obrigações. Ele poderá até cumpri-las, mas o fará sem prazer, com a mesma vontade que caracteriza alguém que faz algo somente por obrigação. Para se viver a dois, tem-se de manter acesa a capacidade de seduzir e de conquistar.

Fico pensando nas pessoas que nada recebem de presente no Dia dos Namorados, por exemplo. Muitas devem se sentir tristes... Uns porque não tem namorado; outros, porque eles não se lembraram! Agora penso que se alguém não recebe presente no Dia dos Namorados, a responsabilidade não é só de quem não lembrou de comprá-lo, mas também daquele que não soube provocar nele a vontade de dar presentes.

Saber seduzir é saber provocar no outro a vontade de dar presentes, de sair, de fazer um poema, de dar um beijo. Puxa vida, e tantos outros milhões de coisas! Quando a pessoa esquece a capacidade de provocar vontades, começa a cobrá-las e, o que é pior, a cobrar do outro essas mesmas coisas acompanhadas de romantismo.

O amor vai ficando para trás quando não se percebe que cada um dos parceiros muda a cada dia, a cada momento e se exige do outro que permaneça igual ao que foi ontem, que deixe de lado a sua curiosidade em relação à vida. E quando alguém aceita uma vida limitada, contida, é quase inevitável que se sinta infeliz.

Um pássaro preso numa gaiola, com as suas asas inúteis, lembrando dos dias em que voava livre, belo, com todas as suas forças, só pode sentir-se infeliz. Para que servem as asas a um pássaro engaiolado, senão para mostrar-lhe o quanto ele perdeu e o tanto que é infeliz?

O amor vai ficando para trás, quando somente se curte atingir um objetivo, esquecendo-se do prazer de realizá-lo juntos, pouco a pouco. Acumulam-se bens, tem-se a casa de campo, a casa de praia, o carro de último tipo, com computadores que indicam tudo. Mas o uso individualista desses bens acaba mais isolando o casal do que proporcionando momentos de intimidade. Há partes da casa que são do marido, e a mulher não se sente bem de estar lá, e vice-versa, como se fossem duas casas em uma.

O amor vai ficando para trás, preso em detalhes muito sutis, como os adiamentos que nos dão a impressão de que logo ali na frente retomaremos nosso rumo: só mais um pouco, no ano que vem tudo se arruma, depois que nos casarmos, depois que os nossos filhos crescerem, depois que tivermos a nossa casa...

Deixamos para começar a viver somente depois que algo esperado acontecer, sem nos importarmos com o que estamos vivendo. A promessa de começar a viver em um possível futuro nos ilude. E ao nos darmos conta, estamos muito longe do que queríamos. Parece-nos impossível, então, retomar o rumo. As pessoas ficam se prometendo que logo ali, em um futuro bem próximo, tudo será diferente, e não percebem que estão se afastando de si mesmas e de sua felicidade.

Pensar que ser paciente vai resolver os problemas é uma ilusão. Ao invés de ficarmos quietos, deveríamos estar gritando bem alto: "Ei, vamos parar um momento! Dá para fazer tudo isso, mas de um jeito que a gente se sinta juntos". Mas ficamos esperando que tudo se resolva com o tempo e que logo no final da floresta encantada encontraremos os remédios para nossos males.

Todo mundo sabe realmente o que precisa ser feito e que, no fundo, é tudo muito simples. Tão simples quanto ser preciso regar a flor, ou você ser responsável por aquilo que cativa. Porém, as pessoas se distraem, com a mesma alienação com que os apóstolos dormiram no Monte das Oliveiras, quando Cristo lhes pediu que estivessem alertas porque aquele seria seu último dia com eles.

Cada um sabe da importância do momento, mas, como uma criança na floresta, vai-se distraindo aos poucos e, de repente, está totalmente perdido. Chega uma hora em que o que parecia só acontecer com os outros acontece conosco. Portanto, fique atento ao seu amor. Se ele é prioridade em sua vida, cultive-o."

Roberto Shinyashiki

14 de mar. de 2012

3 dicas para esquentar o clima...

ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.

Namorar é uma delícia, não tem jeito. Mas em alguns momentos a relação desacelera e a temida da rotina cisma em aparecer. Então, o que fazer para apimentar a vida a dois e reviver as boas sensações do comecinho de namoro? A dica é transformar as atitudes diárias e corriqueiras em momentos de prazer. Sabe aquele beijo de boa noite quase maternal que você dá toda noite em seu amado, que tal mudar a abordagem, pegá-lo pela nuca e relembrar os amassos dos primeiros meses de namoro. Nada mal, não é mesmo?
Se os seus dias de romance ficaram para trás, chegou a hora de você dar uma repaginada no relacionamento e trazer o fogo de volta a relação. Para quem pensa que a sedução só acontece na cama, saiba que ela é apenas a extensão. A primeira e preciosa dica é aproveitar todos os pequenos momentos e valorizar a companhia um do outro. Sente ao lado dele no sofá, aconchegue-se como só você sabe fazer, apoie a cabeça, enrosque as suas pernas na dele e, simplesmente, desfrute o momento e companhia. Carícias e carinho devem sempre andar juntos, não esqueça!
Com o clima de cumplicidade reaceso fica mais fácil esquentar a relação. Quer saber como? Aproveite e valorize a intimidade, só ela permite que novas experiências ou velhas práticas de prazer sejam encaradas numa boa. Agora, existem outras maneiras menos sutis de demostrar ao gato que o que você quer mesmo é incendiar os lençóis.
1) Use a tecnologia a seu favor – Perto ou longe, mensagens de texto picantes são ótimas alternativas para estimular o parceiro e preparar o terreno. Na hora de teclar abuse do humor “safadinho” e deixe claro as suas intenções para a noite.

2) Elemento surpresa – A falta de um sentido pode estimular outros. Que tal vendar e amarrar as mãos do gato para “torturá-lo” da melhor forma que existe. Use mãos, boca, peito para aguçar o parceiro e deixá-lo em ponto de bala.

3) Inclua sabores na sua transa – É isso mesmo, estimular o paladar pode ser muito sexy. Coloque uma barra de chocolate na sua "menina" e convide-o para degustar, ou então, experimente fazer sexo oral usando aquelas balas de menta (extra-forte), a sensação fresca da bala com o calor dos lábios e saliva vai fazer o seu gato subir nas paredes. 

Fonte: Bolsa de Mulher
Imagens: Dreamstime


Bjs!
Nanda Penélope

5 de jan. de 2012

Ano Novo com libido em alta...


Combata os vilões do tesão e comece o ano com o pé direito!


Para quem quer começar o ano novo intensificando sua vida sexual é hora de deixar para trás velhos hábitos e combater os vilões do libido. Deixar a preguiça, estresse, má alimentação e a baixa autoestima de lado são os itens principais para trazer de volta a energia perdida e auxiliar a recuperar o desejo sexual.
Agora, se a queda do seu apetite sexual já estiver passado por uma fase prolongada, o mais indicado é procurar um médico, pois o desejo feminino, assim como a ereção masculina são uma espécie de “termômetro do bem-estar do casal” e alguns problemas podem ser físicos e não apenas emocionais. Para quem faz uso continuo de remédio, é bom lembrar que o tesão é ocasionado pela comunicação entre neurônios e neurotransmissores que percorrem todo o corpo, preparando-o para entrar em ação.
Por isso, algumas fórmulas usadas para combater a depressão, diminuir o apetite ou controlar a pressão podem atrapalhar o acesso dos hormônios a caixa de mensagem do cérebro, deixando o prazer para segundo plano. Problemas de saúde como colesterol alto, tireoide desregulados também podem fazer com que a sua vontade diminua.
Entender que os homens “funcionam” de maneira diferente do que as mulheres e se excitam com mais rapidez e com menores estímulos é uma forma importante de saber como conduzir a transa e garantir não só o seu prazer como o do parceiro também. Para quem quer reencontrar o seu libido e começar o ano novo com a cama quente, nós separamos algumas dicas infalíveis para você.
Saia do sedentarismo – os exercícios físicos libera doses de serotonina e dopamina, neurotransmissores capazes de estimular o bem-estar e, consequentemente, aumentar a disposição para as atividades gerais do seu dia a dia, inclusive melhorar o seu apetite sexual.
Pare de fumar - as toxinas presentes no fumo, como a nicotina e o monóxido de carbono, diminuem a espessura dos vasos sanguíneos e dificultam a produção de estrogênio, o que afeta o sistema nervoso, além de aumentar o tempo que o corpo demora para responder aos estímulos sexuais.
Fale mais sobre sexo - estímulos visuais e sensoriais são ótimos recursos para aumentar o desejo. Por isso, pense, fale e faça mais sexo.

Fonte: Bolsa de Mulher
Bjs!
Penélope

A famosa rapidinha...


... para quem tem filhos pequenos é como os casais se viram no momento!
Com a rotina agitadíssima, agenda lotada decompromissos e muitas vezes com filhos para acompanhar, fica difícil o casal aproveitar um momento a sós. “Quando os filhos são menores, eles dão um pouco mais de trabalho físico, então os pais ficam mais cansados, acordam mais de madrugada... Quando eles crescem, ficam mais intrometidos, curiosos”, afirma a sexóloga Carla Cecarello. Seja numa fase ou em outra, a rapidinha entre uma função e outra é a saída para muitos casais colocarem o sexo em dia.

A especialista explica que é muito importante que o casal tenha um tempo separado para ele: “Procurar sempre que possível tirar um dia só para os dois, para poder sair, ir a um motel, deixar a criança com alguém, ir a um restaurante, cinema, conversar, porque é importante manter esse momento a dois”.


Embora exijam muito mais atenção, é mais fácil administrar a situação com filhos bebês. Afinal, entre uma mamada e outra, os bebês também dormem. Mais imprevisíveis são os filhos mais crescidinhos, que são mais curiosos e, por vezes, intrometidos.


Quanto a isso Carla dá a dica: “Não tem problema nenhum explicar para o filho que o papai e a mamãe vão ter um momento a sós de carinho e trancar a porta. Isso vai deixar a criança segura, com o sentimento de família unida”.


Por outro lado, é terminantemente proibido relações barulhentas. Portanto, nessas circunstâncias, tranque a porta e a boca também. Sem gritos, gemidos ou qualquer ruído que vá constranger a criança.


Se os pais não tiverem coragem de fazer em casa com a criança dentro de casa, devem sem dúvida, ir para um lugar mais reservado, apesar de o sexo com os filhos em casa ser muito saudável para a rotina do casal. O bom é não deixar esquecido o contato e o amor entre os dois.

Fonte: Bolsa de Mulher 
Bjs!

Penélope!

Sexo na banheira...


ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.


Sensação de leveza dos corpos dá asas à imaginação do casal...



Esta não é uma fantasia incomum. Prova disso foi o vídeo de Daniela Cicarelli fazendo sexo com o namorado na praia que vazou na internet e aguçou os desejos dos casais ávidos por saírem da rotina.


Segundo o Dr. Oswaldo Martins Rodrigues Jr., psicoterapeuta sexual e diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), fazer sexo na água tem sim suas vantagens. Inclusive, ele diz que as pessoas que tiveram vivências na infância e adolescência com água, piscinas, rios e mar terão mais chances de perceberem prazer no sexo com água.



“A imersão deixa as pessoas fisicamente mais leves pela diferença de densidade. Esta sensação facilita a movimentação, as posições e, consequentemente, as sensações prazer a dois”, explica. “Pessoas com sobrepeso poderão se sentir mais confortáveis na água”, completa. 

Ainda segundo o especialista, a percepção de maior mobilidade na água pode aguçar a sensualidade e aumentar de percepção de sensações físicas. Logo, a mulher que associa a ideia da água com o sexo reconhece o prazer nesta combinação e procurará mais vezes este mesmo contexto.



Se a prática do sexo se der na banheira, por exemplo, Dr. Oswaldo dá as dicas: “Este local permite que a mulher utilize as bordas para apoiar o tórax e se ajoelhar, facilitando algumas posições do casal. Imersos em água, a posição inferior não terá a sensação do peso do outro no corpo durante o coito”.



Por ser na água, algumas experiências podem ser limitadas. Quando o casal coloca sais de banho na água, espuma ou perfumes produzirá sabores que nem sempre serão apreciados nas preliminares, limitando o uso da boca sobre a pele exposta à água. “Porém, aumentará o estímulo olfativo e sensorial”, afirma o psicoterapeuta.



Dr. Oswaldo lembra da necessidade de proteção: “O uso do preservativo não será um problema, exceto se a ereção flutuar, o que produzirá a saída mais fácil do mesmo”. O casal também tomar cuidado para não ficar submerso ou engolir água. “Vamos lembrar que durante o sexo perdemos um bocado do senso racional e nos mobilizamos pelas emoções”, finaliza.


Fonte: Bolsa de Mulher
Bjs!
Nanda Penélope

4 de out. de 2011

Amizade Colorida...


Chegou aos cinemas nesta sexta-feira, 30 de setembro, o filme "Amizade Colorida", estrelado por Justin Timberlake e Mila Kunis. No longa, Dylan e Jamie - personagens vividos pelo casal de atores - decidem que são amigos o suficiente para poderem fazer sexo de vez em quando, acreditando que o "upgrade" na amizade vai ser algo simples. A partir daí surgem as complicações comuns a um relacionamento destes, com a lente de aumento que só Hollywood pode colocar.
O filme levanta uma questão que é relativamente comum no mundo real. "A amizade colorida não é uma coisa nova. Ela já foi 'moda' nos anos 1980", explica a psiquiatra e sexóloga Rita Jardim. "Não é um comportamento de jovens ou de velhos, mas é um tipo de relação que pode acontecer numa fase da vida em que não estamos preparados para um relacionamento com compromissos mais constantes", afirma ela.
Quem prefere as amizades coloridas a um relacionamento monogâmico e fixo, está bem certo do que quer. "Você sempre acaba conhecendo algumas pessoas com quem gosta de ficar, de bater papo, mas com quem não rola aquela química mais forte, com quem valha a pena investir num relacionamento sério", declara Marcela Teixeira, relações públicas carioca de 31 anos.
Para a psiquatra, o principal cuidado que quem prefere ter amizades coloridas deve ter é não se iludir. "Deve-se ter cuidado para não criar sozinho a expectativa que esse tipo de relacionamento possa 'virar' um compromisso mais sério", explica ela. E a regra parece que vale na prática. Pedro Diniz, produtor de 23 anos, diz que nunca se envolveu exclusivamente com nenhuma de suas "amigas". "Vale a dica, evite ao máximo!", brinca ele.
Mas para Rita, a "fuga" é do compromisso em si, e não do "amigo". "As pessoas que dizem evitar se relacionar profundamente com o amigo colorido normalmente fogem porque têm medo de relacionamento como um todo", explica ela. Para Pedro, a coisa funciona de forma mais natural. "Ter uma amizade colorida é dar preferência ao momento, e não ao rótulo", afirma ele, referindo-se ao "status" de compromisso sério. E o produtor ainda dá uma aula de como administrar mais de uma "amizade" ao mesmo tempo.
"É normal que exista algum nível de ciúmes de ambos os lados. Portanto, para evitar confusões, você tem que se planejar com o mínimo de cautela. Sair para algum lugar onde vão estar duas ou mais das suas 'amigas' é problema certo", ensina ele. Para Marcela, essa dica é fácil de colocar na prática. "Os 'amigos coloridos' não são pessoas com quem eu saio direto", explica ela.
Mas como todo mundo, há um momento de "sossegar" e assumir um compromisso com alguém. E é nesse momento que os amigos coloridos saem de cena. "Nesses momentos o amigo colorido fica lá no canto dele, e por eu ser sempre muito transparente, meus namorados nunca foram de desconfiar de mim", conta Marcela. "Quando você decide parar um tempo com alguém, você também está abrindo mão das suas amizades coloridas", diz Pedro.
E colocar um ponto final em uma amizade dessas pode ser um pouco complicado, como em qualquer relacionamento, mas não é impossível. Para o produtor, a conversa é sempre a melhor maneira de resolver as coisas. "Não vale a pena sacrificar todo o tempo divertido que vocês passaram com brigas e discussões", declara ele.
Marcela afirma que é possível continuar a amizade, sem o "colorido" extra. "Como é uma relação sem cobranças e, no geral, sem expectativas, você não vai correr o risco de magoar o outro", atesta. Mas a psiquiatra afirma que a fase de "amizade colorida" é passageira, para todos. "O ser humano é um ser sociável e precisa de relacionamento", explica ela.


Fonte: Bolsa de Mulher
Bjs!
Nanda Penélope

20 de jun. de 2011

Sexo oral: 69

ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.




O 69, a posição em que se dá e recebe sexo oral ao mesmo tempo, passa longe de ser uma unanimidade. Enquanto uns recusam, reclamando de desconforto ou falta de concentração, há quem peça, garantindo que a posição é superexcitante. Qual é a sua opinião quando o assunto é virar o prazer de cabeça pra baixo?

Não gosto 
"Além de achar uma posição superdesconfortável, eu não consigo me concentrar direito. Ou eu faço oral nele ou ele faz em mim", diz ela, adepta do um-de-cada-vez.

Ju Rossi também não é fã da posição e prefere que cada um tenha o seu momento. "Acho difícil fazer bem feito e sentir ao mesmo tempo", alega.

Gosto muito

Betty Boop é daquelas que acham que entre quatro paredes vale tudo. "Se for confortável para os dois, pode rolar 69, 70, 80, 81...", brinca, confessando que acha a prática "agradável". "Afinal, você dá e recebe prazer ao mesmo tempo", explica.

Falando em 70, 80 e 81, Rayka não deixa por menos. "O 69 é ótimo, principalmente quando ele aproveita a posição para lamber também o meu lado B", diz.

Carag acha que o 69 é uma batalha sadia, em que um tenta fazer o outro gozar. "Minha namorada não consegue manter muito a atenção, mas o 69 é só pra dar mais apetite... Nem precisa gozar", diz, ressaltando que, nessas horas, uma boa higiene é fundamental: "Se tiver com cheiro, aí realmente é desagradável".

O sexólogo Helio Fellipe afirma que, em termos fisiológicos, o "papai e mamãe" é a posição mais próxima do necessário para a consumação de uma relação sexual. No entanto, na hora h, cada pessoa precisa de um estímulo diferente. "A sexualidade de cada indivíduo é um segredo. Tudo vai depender do envolvimento, da maneira como o sexo rola e da abordagem do fato", explica.

Hélio salienta que há pessoas que, por conta da má informação ou da criação que tiveram, acreditam que fazer determinadas coisas na cama é coisa de vadia. "Com certeza essas mulheres desconhecem o seu próprio corpo e suas necessidades. É preciso exercitar a sexualidade (não o sexo) e a desinibição. É necessário fazer um trabalho de sensibilização para que sintam o erótico (não a pornografia) dentro delas", explica.

O sexólogo lembra que a natureza possibilita ao corpo humano muitas variações em busca do prazer sexual. "É claro que, para se fazer um 69, o casal deve se conhecer bastante. Os hábitos higiênicos são de primordial importância, já que ambos estarão literalmente de cara com a intimidade de cada um", afirma ele, acrescentando que o corpo deve estar não só limpo, mas também clinicamente sadio. "Não devemos imaginar outro cheiro senão o natural do sexo. Há quem, por não estar excitado o suficiente, confunda o cheiro natural do corpo excretado pelas glândulas sexuais com ‘um mau cheiro'. E aí, não rola!", explica.

Relaxa e goza

Para Helio Felippe, o 69 é fruto de fantasias e, consequentemente, um facilitador do orgasmo. "Algumas pessoas não se sentem confortáveis por conta da posição ou mesmo pela inibição da exposição total e podem ter dificuldades em atingir o orgasmo", afirma ele, sinalizando que pensamentos como 'será que estou limpo(a) o suficiente?' ou 'será que ele(a) está vendo as minhas gordurinhas ?' e até o medo de soltar gases podem comprometer a concentração no que se está fazendo.

"O mundo das fantasias e das possibilidades de prazer é enorme. O corpo todo deve ser explorado, não somente as zonas erógenas", afirma Hélio, lembrando que, com criatividade, podemos explorar muitas regiões durante o 69 como o bumbum, as coxas e o ânus, que é extremamente vascularizado e dotado de erotismo em ambos os sexos. "Com tato e carinho, uma conversa pode abrir caminhos para novas experiências", finaliza.

Fonte: Bolsa de Mulher

Bjs!

Penélope!

12 de mai. de 2011

Eles se declaram primeiro...


Os homens costumam dizer que não se envolvem facilmente, que é difícil conquistá-los e que as mulheres são sempre mais apaixonadas. Mentira.
De acordo com um estudo sobre relacionamentos desenvolvido por pesquisadores de Cingapura e dos Estados Unidos, o sexo masculino abre o coração e declara seus sentimentos antes de suas parceiras.
O motivo, segundo Joshua Ackerman, um dos autores da análise, é biológico: as mulheres demoram mais para demonstrar os sentimentos porque ao longo de suas vidas possuem preocupações com gravidez e filhos, o que as faz questionar sobre envolvimentos mais sérios.
A pesquisa, que foi publicada no Journal of Personality, abordou 25 mulheres e 28 homens, com idade média de 28 anos.

Fonte: GuiadeMoteis

Até +!!!
Equipe Penélope Decorações

8 de mai. de 2011

Coisas simples que você pode fazer para não cair na rotina...


Cair na rotina desgasta muitos relacionamentos, a libido diminui, o sexo começa a perder a graça e você corre o risco do seu parceiro perder o interesse em você. Não dá né! Para que isso não ocorra, seguem algumas dicas básicas e que são muito simples de serem realizadas.
  1. Estar aberta a novas experiências ajuda muito a apimentar a relação e não deixar cair na rotina.
  2. Para ativar o desejo sexual é preciso deixar transparecer os sentimentos.
  3. Falar sobre sexo ajuda a aumentar o desejo sexual e alimentar a fantasia.
  4. Uma boa dose de criatividade para surpreender o parceiro nunca é de mais.
  5. É importante reservar pelo menos um dia por mês para um momento especial do casal.
  6. Fazer uma massagem relaxante, que acaba se tornando erótica, pode ser uma ótima alternativa.
  7. Fazer um jantarzinho especial com comidas afrodizíacas e uma sobremesa que vocês possam brincar com ela após o jantar... use a imaginação!
  8. Surpreenda seu parceiro com uma transa rápidinha e inesperada no meio do dia.
  9. Um banho a dois com muita espuma, óleo de banho e muito carinho.
  10. Regra básica: sempre acrescente uma pitada de novidade!


Fonte: Constantine

 Boa semana!!!
Equipe Penélope Decorações

11 de abr. de 2011

Casais transmitem sentimentos por meio do toque...


Não ache que um casal está apaixonado demais por dizer que percebe os sentimentos um do outro com um simples toque.
De acordo com um estudo publicado pelo jornal Cognition and Emotion, os parceiros de longa data se comunicam por meio do toque com mais precisão que os com relações casuais.
Para chegar a essa conclusão, 30 casais, com idade entre 18 e 54 anos e média de dois anos juntos, foram analisados. Eles tinham que tentar transmitir pelo toque 12 sentimentos que variavam da tristeza à gratidão.
Os parceiros sentavam um de frente para o outro e eram separados por uma cortina escura. Uma das pessoas passava o braço para o outro lado e o companheiro tentava passar as emoções no toque. Depois, um do casal era trocado por uma pessoa estranha que fazia a mesma experiência.
Com a análise foi possível observar que há uma grande habilidade entre os parceiros na hora de revelar sentimentos profundos e complexos, como a inveja e o orgulho, o que surpreendeu os pesquisadores. 

Fonte: GM

Equipe Penélope Decorações!

10 de jan. de 2011

Ele só pensa naquilo?!


Sexo não é bom, é ótimo. Faz bem para a pele, corpo e alma. Mas até o prazer tem seus limites. Às vezes você está cansada, fazer o quê? Nem sempre dor de cabeça é conversa para boi dormir. Tem dias que estamos tão acabadas que não pensamos em outra coisa: é deitar na cama, ler meia página do livro de cabeceira e pegar no sono. No máximo, a gente quer um cafuné. Até aí, maravilha. O problema é quando eles não entendem que não estamos a fim de sexo.
 
Não é fácil driblar homens-máquina que pensam muitas vezes que relacionamento é só sexo, 24 horas por dia. Marina Cavalcanti*, advogada, conhece muito bem o calvário. "Quase todos os meus namorados só me tocavam quando queriam sexo", revolta-se Marina. Já sua amiga, Rosana Esteves*, acha que não tem essa de mulher não gostar de sexo a todo o momento. "Quando é bem feito, carinhoso, que mulher não gosta? Sexo é sexo. Se tem amor, ótimo, mas se não tem pode ser bom também", defende. Haja pique!
“Tem coisas que despertam o estímulo sexual nos dois sexos, outras, não. Mas o fato é que o homem está sempre fisiologicamente preparado e pronto para fazer sexo”
É na diferença de ritmo que reside o problema. "A forma como homem e mulher são educados em relação ao sexo desde criança aumenta a diferença entre o desejo de ambos", explica o psicólogo e psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade. A questão é como conciliar esses ritmos tão diferentes sem que a relação vá por água abaixo. Afinal, vida a dois não é feita só de sexo, mas ele também não pode faltar.

Maratona sexual
A advogada Marina Cavalcanti que o diga. Ela tinha acabado de terminar um namoro, estava carente e eis que conheceu, nas palavras da própria, "um cara lindo, forte e com mestrado". Aí pensou "por que não?" e resolveu sair com o bonitão intelectual, que se revelou uma máquina de fazer sexo. "Quando cheguei ao apartamento dele, juro, confundi com um quarto de motel. Puxadores dourados nas gavetas, vinhos de todo o tipo, frigobar, TV de plasma e cortinas de seda", lembra.
Marina conta que, na hora, passou um aperto danado. "Enquanto eu tentava descobrir sobre o que conversar com ele e como falar à altura daquele homem culto sem fazer feio, ele me recebeu com um beijo e logo disse, assim mesmo: 'Não quero nem saber seu nome, já te amo'", conta a advogada. Falou em amor, Marina se derreteu e deixou rolar.
Passado o fogo e excitação do primeiro encontro, quem sabe agora eles podiam tirar um tempinho na rotina frenética da cama para conversar sobre algo senão sexo. Não teve jeito. "Ele só pensava 'naquilo', não queria falar sobre outra coisa que não fosse sexo. Namoramos dois meses, mas posso dizer que mal o conheço - e olha que nos víamos todo dia", diz. Marina se envolveu em situações dramáticas para saciar os desejos do ex. "Uma vez ele nem me deixou subir até o apartamento, fizemos ali mesmo, na escada do prédio". Detalhe: o prédio não tinha elevador!

Iberê Pinheiro Filho, advogado, não se considera "louco" por sexo, mas acredita que podemos ser pegos de forma desprevenida e que sexo não pode ser programado. "Às vezes, quando menos se espera, acontece", diz Iberê. "Certa vez rolou no chão da cozinha enquanto meu cunhado dormia na sala. Com certeza eu repetiria a dose!", anima-se o advogado. 

No começo, Marina Cavalcanti adorava as estripulias sexuais com o namorado. "Pensei que ele estivesse apaixonado, mas depois comecei a me sentir incomodada por ele não falar sobre a vida dele e nem se interessar pela minha", lembra. Para piorar a situação, ela conta que até as preliminares ele pulava, indo direto ao ponto. "A preliminar era a arrumação do colchonete quando estávamos no consultório de fisioterapia dele ou, no máximo, um golezinho de vinho", indigna-se. Quando tentava pedir para ir mais devagar, o discurso era o mesmo: "Você é cheia de frescuras, hein!".
Já com um outro namorado foi diferente. Marina conta que passou três dias praticamente "internada" no motel (!) com o seu amor e que foi maravilho. "O sexo é saudável para a relação, mas o desejo, a vontade, devem ser mútuos", revela o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

Não sai da cabeça
Segundo o psicólogo Oswaldo Jr., o homem é culturalmente moldado desde cedo para pensar em sexo como a única forma de encontrar e reforçar sua identidade masculina, enquanto a mulher recebe uma educação mais conservadora. "Homem sabe que, se pensar em sexo, estará cumprindo seu papel", afirma. Além das questões culturais, também há as fisiológicas: hormônios e cérebro. De acordo com pesquisas científicas, homens e mulheres têm áreas diferentes do cérebro ativadas quando expostos a algum estímulo sexual. Portanto, a forma de cada um perceber a mesma cena erótica pode ser diferente.
De acordo com o neurologista Eduardo Barreto, o cérebro da mulher é mais intuitivo e emocional, sem falar que ela tem necessidades hormonais diferentes. "A mulher vive uma tempestade hormonal todo mês, o que interfere no sistema autônomo do cérebro, aquele que rege as nossas vontades e desejos", explica. Por isso, não é sempre que a mulherada está a fim de ir para a cama, enquanto para o homem todo dia é dia. "Tem coisas que despertam o estímulo sexual nos dois sexos, outras não. Fato é que o homem está sempre fisiologicamente preparado e pronto para fazer sexo", afirma o neurologista. Então tudo pode virar estímulo sexual.

Sexo, sexo e mais sexo
Maria Luiza Dias*, designer, enfrenta problemas com o ritmo e facilidade do marido em se excitar. Quando ela chega em casa, automaticamente toma um banho e coloca uma roupa mais leve, um short, algo confortável. É tiro e queda. "Não posso nem ajeitar o sutiã ou vestir uma camisola velha, daquelas furadas, que meu marido já vem com graça. Aí sempre acabo fazendo amor com ele, mesmo quando a vontade é zero, fazer o que. Ele se diverte e eu fico olhando para as paredes", conta Maria Luiza.
O psiquiatra Alexandre Saadeh explica que existe o preconceito feminino de achar que, se o homem se excita facilmente com a mulher, é porque vê nela um objeto sexual. Nada disso! Ele conta que é bom para a relação a mulher ser vista tanto como amiga e companheira quanto como um objeto de desejo. "Afinal de contas, quase nenhum homem leva para a cama um livro de filosofia para transar, mas sim uma mulher pela qual tem desejo", enfatiza o psiquiatra. Mais uma vez, o que não vale é excesso. Nem sexo por obrigação!

Mara Toledo*, administradora de empresas, não faz nada sem vontade. "Para o meu marido, qualquer hora é hora, tudo o leva a pensar 'naquilo' e não é sempre que estou acessível", admite Mara. No entanto, na casa da administradora, se um não quer, dois não brigam. "Já tivemos muitos problemas com isso, mas peço que ele aguarde com paciência", conta Mara, que não se sente incomodada pela energia do marido - pelo contrário, fica feliz porque se sente atraente. Para ela, o ideal seria fazer sexo três vezes por semana - com preliminares! "Preliminar tem que ser no dia a dia, na forma como ele me trata, independentemente de sexo", afirma.
O psiquiatra Alexandre Saadeh garante que as preliminares são fundamentais. "Para algumas mulheres, dependendo do parceiro, o sexo poderia até terminar aí", revela. O advogado Iberê Filho concorda com a importância do "antes". Para ele, sexo tem que ter início, meio e fim. "É um conjunto, onde cada etapa é essencial, inclusive as preliminares", garante. "Mas é que às vezes não dá tempo", ri.

Se você acha que o sexo está passando dos limites na sua relação, confira os itens abaixo e veja se batem com a sua vida de casal. Se sim, fique atenta, porque a relação pode ter virado apenas sexo para o seu parceiro.

- Ele faz carinho só quando quer fazer sexo.
- Preliminares? Há quanto tempo você não vê nem ouve falar.
- Tudo o que vocês fazem acaba em sexo.
- Você se sente obrigada a fazer sexo com ele.
- Vocês não têm mais assunto.
- Depois do sexo, fica a vontade - sua, dele ou de ambos - de ficar um tempo a sós.

Nada que a boa e velha conversa não resolva. O problema, segundo o psicólogo Oswaldo Jr., é que as pessoas acreditam que conversam e que existe comunicação adequada e efetiva nos relacionamentos, quando na verdade geralmente não existe! 

"Não vale fingir que nada está acontecendo", alerta o psiquiatra Alexandre Saadeh, até por que fica difícil não constatar a falta de sexo para uma pessoa e o excesso para a outra - só não vê quem não quer!

"Por isso, o diálogo é importante e a compreensão também", aconselha Alexandre. Entender a diminuição ou o excesso do desejo é importante para fortalecer o casal, enquanto acomodar-se à situação pode ser fatal para o relacionamento. Achar o meio termo no sexo ou em qualquer outro aspecto da vida do casal requer aprender a ouvir, conviver com as diferenças, aprender a debater sem se sentir agredida ou agredir e lidar com as frustrações. Se vocês compartilham todas essas atitudes, então podem planejar um futuro muito bonito a dois - e com sexo na medida certa!



* os nomes foram trocados a pedido dos entrevistados 

Fonte: Bolsa de Mulher
Bjs!

Nanda Penélope



18 de out. de 2010

Casar e namorar reduzem hormônios do estresse

Casar ou permanecer longe de relacionamentos sérios? Se muita gente tem dúvida sobre o que fazer, os cientistas podem dar uma mãozinha para tomar a decisão, principalmente se você for muito estressado. Estudo da Universidade de Chicago e da Universidade Northwestern, ambas dos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que casados e os que mantêm relacionamentos amorosos estáveis contam com um ótimo benefício: menor produção de cortisol, o hormônio do estresse.

A equipe, liderada por Dario Maestripieri, analisou 348 homens (média de idade de 29 anos) e 153 mulheres (27 anos), todos estudantes de mestrado. Cerca de 40% dos representantes do sexo masculino e 53% do feminino tinham parceiros fixos.

Os alunos foram convidados a jogar uma série de jogos de computador e informados de que o teste era uma exigência do curso e que teria impacto em sua colocação na carreira. Essa medida tornou a situação potencialmente estressante. Amostras de saliva coletadas antes e depois da atividade mediram os níveis hormonais e suas alterações.

Segundo o jornal Daily Mail, as concentrações de cortisol aumentaram em todos os participantes, principalmente em mulheres. No entanto, os solitários mostraram taxas mais altas que os que dividem a vida com alguém. O exercício ainda diminuiu a testosterona nos homens, mas não no sexo oposto, um efeito do estresse observado previamente em humanos e animais.

Maestripieri disse que o casamento pode ser muito estressante, mas justamente isso deve tornar mais fácil para as pessoas lidarem com outros fatores estressantes da vida.

15 de out. de 2010

Para psicólogo, ser humano tem de aprender a amar




Aqui vai um consolo para quem anda desiludido com os relacionamentos amorosos: amar é uma arte que deve ser aprendida. E tem mais: é um sentimento inerente ao ser humano. Não adianta fugir porque, cedo ou tarde, ele aparece.

"Nós, ocidentais, não cultivamos a arte de amar porque temos o amor como uma coisa espontânea, que ocorre de forma acidental. Precisamos aprender como são as manifestações desse sentimento, em nós e nos outros", afirma o médico Esdras Guerreiro Vasconcellos, professor de pós-graduação em psicologia da USP (Universidade de São Paulo) e da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Vasconcellos dá um curso sobre o amor no IPSPP (Instituto Paulista de Stress, Psicossomática e Psiconeuroimunologia) que tem duração de quatro meses. Em "O Amor Bem Amado" são abordados temas como "A Linguagem do Amor", "Se Tudo está Certo, Porque dá Errado?" e "A Arte de Amar".

Mesmo sendo um sentimento tão "antigo", o amor não muda com o tempo. O que se transforma é o jeito de amar, já que o comportamento do amante está em constante alteração, sofrendo influência do contexto sociocultural, da filosofia vigente e da visão de mundo do homem.

"Aqui, valorizamos a paixão, o amor que nasce de uma grande paixão. No Oriente, dizer que está apaixonado por alguém pode ser considerado ofensa. Lá, o amor deve ser sereno e respeitoso, e a paixão é tida como desequilíbrio", diz Vasconcellos.


Consequências de não saber amar

Entre tantas diferenças, quando não se sabe amar, os problemas aparecem. O que era encanto, bem-querer, sedução e desejo pode se transformar e dar espaço à rotina e às cobranças.

"Existem diferentes maneiras de amar. As formas como nos comportamos no momento da paixão e na arte da sedução exigem aprendizado. O homem ama de um jeito, a mulher, de outro. Cada um cumpre o seu papel social porque as fantasias são diferentes", afirma o professor.

A maneira como cada um se entrega ao amor e o equilíbrio são segredos para que os relacionamentos sejam uma fonte de bem-estar, não de destruição.

Segundo o médico, algumas pessoas não suportam sentimentos de grande porte, pela história de vida e pela personalidade. Outras têm uma tendência para viver tudo com muita intensidade, sempre com um turbilhão de emoções.

"Estamos constantemente aprendendo a lidar com os sentimentos. Muitas vezes a história de vida ensina a evitar a paixão, o amor profundo. É o típico 'gato escaldado'. Mas há os que não sabem viver com pouca intensidade. Amam profundamente, um amor tão intenso que pode levar à morte", diz Vasconcellos.
Mais uma semana chegou ao fim ... desejamos um lindo FDS com muito AMOR!

8 de out. de 2010

Linguagem fofinha







Pesquisa diz que linguajar parecido de casais pode indicar grau de felicidade na relação ...



Os cartões e bilhetinhos do seu namorado parecem com os que você escreve para ele?
Vocês falam com voz diferente entre vocês? Não se preocupe com a falta de imaginação do amado, ou com quem diz que o tom fofinha que vocês usam é uma chatice. De acordo com uma nova pesquisa, isso pode dizer que vocês são muito felizes juntos.
O estudo mostra que os casais apresentam o mesmo modo de falar nos períodos mais felizes de seu relacionamento. A tendência a copiar a voz do parceiro é chamada pelos pesquisadores da Universidade do Texas, de "estilo de linguagem correspondente".

"Quando duas pessoas começam a conversar, em geral, começam a falar parecido em questão de segundos", diz James Pennebaker, que liderou o estudo. "Isso também acontece quando se lê um livro ou se assiste a um filme. Assim que os créditos sobem, nos vemos falando como o autor ou personagens centrais da trama".
Pennebaker e um grupo de pesquisadores liderados por ele estudaram o linguajar de dois mil estudantes. Os resultados confirmaram que o "estilo de linguagem correspondente" atinge também a escrita das pessoas. Os pesquisadores também usaram figuras históricas para descobrir se a linguagem poderia revelar proximidade ou distância em uma relação.
O casal de poetas ingleses da época vitoriana Elizabeth Barrett e Robert Browning e os poetas contemporâneos Sylvia Plath e Ted Hughes fora avaliados pela equipe e sua arte pode revelar como os casais se sentiam durante os períodos turbulentos do relacionamento.
"O estilo das palavras usados nos poemas eram mais similares durante os períodos mais felizes de suas relações e menos sincronizados próximo ao fim dos relacionamentos", afirma a pesquisadora Molly Ireland.
A equipe, agora, investiga se a linguagem usada no dia-a-dia pelos casais pode indicar o começo ou o fim de relacionamentos amorosos. Se a metodologia funcionar, os pesquisadores dizem que pode ser uma nova maneira de julgar se duas pessoas, mesmo que não estejam romanticamente envolvidas, podem conviver em harmonia.


Meninas e Meninos um lindo FDS pra você =)
Beijos

1 de out. de 2010

Verdades e mentiras sobre sexo



Sexo sempre foi rodeado por segredos e mistérios. Poucos eram os que se atreviam a comentar as peripécias realizadas entre quatro paredes. Com a revolução sexual, a forma de encarar o assunto mudou. O que por séculos foi reprimido, finalmente livrou-se de pudores. Mas apesar de desinibido, continua rodeado de tabus. Verdadeiras lendas assombram a cama de homens e mulheres. Alguns desses mitos foram inventados com o intuito de manter as pessoas sob controle e afastadas de seu desejo. Outros, por pura ignorância.


A EJACULAÇÃO FEMININA - Já escutou falar em mulheres que ejaculam como homens, chegando a deixar o colchão encharcado? Acontece, só que não é ejaculação. A educadora sexual Laura Muller diferencia: “Mulheres não têm estruturas anatômicas que possam levar à ejaculação. O que ocorre é o seguinte: quando ela entra no período de excitação, o corpo produz um líquido lubrificante. Em algumas mulheres, este líquido é produzido em grande quantidade. Durante as contrações musculares provocadas pelo orgasmo, este lubrificante pode acabar sendo expelido, bem na hora do clímax”. Daí a confusão toda.

ORGASMOS MÚLTIPLOS - Como se não bastasse ter o orgasmo cobrado pelo parceiro, ainda aparece essa história de orgasmo múltiplo. Sim, ele existe, mas mesmo quem já o experimentou garante que foi uma vez ou outra na vida. “Como conseguir, se elas nem sabem o que é isso? Algumas passaram a vida reprimindo a sexualidade, e agora o orgasmo é encarado como algo obrigatório. Coitadas das mulheres!”, lamenta Dr. Amaury. A educadora sexual Laura Muller, autora do livro “500 perguntas sobre sexo (Ed. Objetiva), explica: “A maioria das mulheres só atinge o clímax uma vez por relação. Outras apresentam características diferentes, como vários orgasmos seguidos, porém menos intensos”. Portanto, relaxe e goze. O que vier além é lucro.


MASTURBAR-SE FAZ MAL À SAÚDE? - Este é um dos mitos mais maldosos. Em plena época de explosão hormonal, os adolescentes evitam masturbar-se com medo de que coisas terríveis aconteçam a eles. Nada disso! Masturbação não faz crescer pelo nas mãos, não provoca pedras nos mamilos, não enfraquece, dá espinhas ou adoece. Laura Muller explica: “Esse mito faz parte de uma educação sexual repressora que foi difundida no século XVIII. Em 1758, um médico europeu renomado, o Dr. Tissot, lançou obras pregando os malefícios da masturbação. O médico dizia que as pessoas adoeciam, ficavam malucas e poderiam chegar à morte. Hoje, os estudiosos são unânimes em afirmar que masturbação, além de não fazer mal à saúde, ajuda a perceber melhor o próprio corpo, e a descobrir o caminho para o orgasmo e o prazer”.

O HOMEM É O RESPONSÁVEL PELO PRAZER DA MULHER - Tudo bem que existem homens pouco talentosos por aí, mas Dr. Amaury é enfático. “Salvo em casos de ejaculação precoce, ele não tem nenhuma responsabilidade pelo prazer de ninguém. Cada um de nós nasce com sua própria libido. A sociedade trata de estimular ou reprimir. O sexo tem de ser egoísta. Cada um cuida de si e busca o seu prazer”, afirma. Da próxima vez, antes de reclamar, garanta a sua felicidade antes que ele caia no sono.

MENSTRUAÇÃO E SEXO - Até hoje mulheres abrem mão do prazer nesses dias. Os homens também não costumam gostar do excesso de sangue, que consideram nojento. Tudo bem que provoca uma carnificina na cama, mas tirando a trabalheira de limpar tudo, não há contra-indicação. Afinal, de onde surgiu essa lenda, Dr. Amaury? “Foi entre os judeus, que diziam que a mulher menstruada era impura, não podendo nem apertar a mão dos homens. Elas deveriam se purificar com banhos até que a menstruação cessasse. Sexo então, nem pensar! A explicação é simples. Dentre as culturas antigas, o judeu foi o único povo que não desapareceu. Isso porque a proibição do contato entre homem e mulher durante o período menstrual tornava estratégico o sexo durante a ovulação”, explica. Não entendeu? Basta fazer as contas! “Do primeiro ao último dia da menstruação são em média seis dias. Até que ela esteja “bem limpa”, mais uns três dias. Quando finalmente o homem não agüentasse mais, a mulher já estaria em seu período fértil. E aí, adivinha! Lá vinha um filho”, conta o sexólogo. “Ter ou não relações neste período vai depender do gosto, do prazer e do tesão de cada um”.

ORGASMO VAGINAL - Mesmo sem conseguir, muitas mulheres acreditam que precisam atingir o orgasmo através da penetração. Procuramos o terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, membro da comissão de estudos em terapia sexual do ISEXP, para esclarecer de onde surgiu a lenda. \"Freud dizia que a mulher madura deveria ter orgasmos vaginais - atingidos através da penetração –, e que as imaturas teriam o clitoriano. Isso pirou a cabeça das mulheres, terminando com muitos relacionamentos. Elas eram cobradas pelos maridos, que achavam que não lhes davam prazer suficiente. Hoje sabemos que o prazer é um só, não importa de onde venha. Pode ser dos seios, das pernas, do clitóris ou de qualquer outra parte do corpo. O importante é que venha. O clitóris é apenas o detonador de tudo. O mito do orgasmo vaginal ainda hoje traz clientes chorosas ao consultório\", explica. Maldito Freud!

O PONTO G - Este é um dos maiores mistérios do corpo humano e motivo de controvérsias entre médicos. A ginecologista Ângela Magalhães, autora do livro “Sexo sem medo” (Ed. Brasport) explica: “Anatomicamente, o ponto G não existe. Mas o que se pode concluir, por tudo o que já se falou e se escreveu, é que ele esteja localizado no terço inicial da vagina, na sua parede anterior. O massageamento desse local aumenta intensivamente o desejo e as sensações sexuais”. Real ou imaginário, as formas de se ter prazer são muitas. Portanto, deixe o ponto G em paz e procure o que lhe faz feliz.



Beijos e uma maravilhoso FDS =)

28 de set. de 2010

10 coisas para saber sobre os homens ....



Ele muda durante a gravidez da parceira: Os futuros papais passam por mudanças hormonais que fazem com que seu lado paternal fique mais aflorado. Os feromônios de uma mulher grávida podem influenciar seu companheiro a mudar. Mesmo antes delas engravidarem, eles fazem com que elas fiquem mais abertas ao fato de ter um filho, diz um estudo de 2008 publicado pela revista especializada “Hormones and Behavior”.


Defendem seu território: Já reparou que seu namorado não desgruda de você quando outro cara aparece? Pode não ser nada mais que um amigo, mas ele encara isso como uma ameaça. Isso acontece porque o dever do homem é defender seu território. Embora as mulheres tenham crises de ciúmes, eles são muito mais propensos a se tornarem violentos quando veem uma ameaça à sua vida amorosa.

Eles são mais emotivos: Enquanto o sexo feminino é considerado o mais emotivo, pesquisas mostram que os meninos são mais propensos a reações emotivas e choram mais. Homens adultos também respondem com a emoção mas, só antes de entenderem o que estão sentindo, diz uma pesquisa de 2008. Quando se dão conta do que estão sentindo, eles fazem de conta que nada acontece. Isso se dá pelo costume de reprimir os sentimentos, o que faria com que eles lidassem melhor com uma possível ameaça.

Mantém o foco na solução dos problemas: Enquanto as mulheres precisam desabafar e ouvir conselhos para resolverem uma questão, eles só querem resolver o problema. De acordo com pesquisas, o cérebro masculino não responde quando alguém quer desabafar ou falar sobre um problema. Os estudos indicam que a cabeça deles busca uma solução para tudo e não se preocupa em oferecer solidariedade ou compreender sentimentos alheios.


Eles olham para outras mulheres: Homens têm seis vezes mais testosterona do que as mulheres e, de acordo com pesquisa da Universidade de Columbia, em Nova York, ela prejudica a área que controla o impulso no cérebro deles e explicaria o porquê de olharem sempre que uma mulher passa por perto e se esquecerem logo em seguida.

Querem mostrar quem está no comando: Sabe aquela história de filmes em que um menino sempre apanha de outro mais forte no colégio e depois dá a volta por cima? Os homens precisam definir quem está no comando para não se sentirem ansiosos sem saber como agir. Muitas vezes, o uso de força e humilhação aos companheiros é garantia de que alguns deles estarão no comando, até que alguém mais forte apareça.

Brincando com o papai: As brincadeiras entre pais e filhos são, em geral, diferentes das das mães. Entre lutas e jogos espontâneos, eles estão tentando preparar os pequenos para aprender melhor, serem mais confiantes e prepará-los para a vida real. Pais presentes apresentam menores níveis de testosterona e, segundo estudos, isso faria com que fossem mais evoluídos do que os outros. Eles teriam mais chances de fazer com que seus genes passassem de geração em geração.

Têm preocupação com relacionamentos: Com o amadurecimento, os homens veem que precisam de uma companheira ou companheiro. Estudos mostram que, passada a fase de competição por status e parceiras até os 30 anos, eles dão mais valor aos laços afetivos e relacionamentos.


Eles também querem compromisso: Quando chegam perto dos 30 anos, em geral, eles querem sossegar, diz um estudo boliviano de 2007. De acordo com outra pesquisa, 60% deles querem casar e, mais que isso, serem felizes para sempre. No entanto, 40% dos homens têm dificuldades em serem fiéis, o que, de acordo com pesquisa publicada na “Proceedings of National Academy of Science”, pode ser um problema genético.

São mais vulneráveis com a solidão: Não é que as mulheres gostem de ficar sozinhas, mas eles sofrem mais com isso, diz um estudo da Universidade da Califórnia. Homens – principalmente os mais velhos - são menos ativos socialmente do que elas e, por isso, sofreriam mais. Os que estão em uma relação estável são menos ansiosos e vivem mais.

24 de set. de 2010

O que pode (ou não) ser considerado traição em um relacionamento



Quando Luiza compra sapatos, chega mais cedo em casa para escondê-los do marido. Já Júlia diz para o namorado que vai visitar uma amiga, quando na verdade está no bar com o pessoal do escritório. Martina conversa com o ex às vezes - mas o atual, claro, nem imagina... Já viu esse filme? De fato, falar tudo o tempo todo pode ser difícil quando o parceiro não gosta dos seus colegas, do seu trabalho, das roupas que comprou na liquidação... Uma mentirinha aqui ou ali, além de inocente, evita brigas desnecessárias, certo? Errado. Não conte a ninguém, mas omitir segredos do seu amor pode ser tão grave quanto dormir com um colega de trabalho. Entenda por quê.

Confiança ameaçada
Luiza, 36 anos, faz todas as compras no cartão de crédito que divide com o marido. Quer dizer, quase todas. Quando quer um sapato novo, por exemplo, usa o de débito, que dispensa fatura. "Também chego em casa mais cedo e guardo a aquisição no armário. Caso ele pergunte, juro que o par é velho." Segundo ela, o moço toma conhecimento de menos de 1% das compras que faz. Não parece, mas uma omissão boba como essa pode se transformar em uma bomba-relógio - afinal, não deixa de ser uma maneira "inocente" de trair a confiança do parceiro. "Se alguém esconde segredos no relacionamento, algo está errado: ou um lado é muito impositivo ou o outro não sabe se impor", explica Ailton Amélio da Silva, psicólogo e professor da Universidade de São Paulo. Melhor sentar e conversar sobre os valores e necessidades de cada um, o que é uma ótima chance para aprenderem a ouvir e negociar. Foi o que aconteceu com o casal Janaína e Bruno. Depois de meses fumando escondida, a engenheira de 28 anos foi descoberta e teve que ser flexível para não perder o namorado. "Por insistência dele, tentei parar, mas não consegui. Combinamos que só fumaria três cigarros por dia, e nenhum na presença de Bruno. Aos poucos, estou largando o vício."


Gestão de risco
Infelizmente, nem sempre o acordo é possível. O namorado de Júlia, por exemplo, odiava que a publicitária de 33 anos fosse a festas sem ele. Bem que ela tentou incluir o moço nas baladas, mas, além de não ir, ele ainda a convencia a ficar. "Um dia, falei que ia visitar uma amiga e corri para a happy hour da empresa." Para Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relacionamentos, mentir pode não ser uma infidelidade propriamente dita, mas há grandes chances de precedê-la. "Você vai se acostumando a esconder pequenas histórias e, mais tarde, não se sente culpada ao mascarar problemas maiores." Sem contar que, cada vez que faz algo pelas costas de seu amor, deixa de trabalhar em parceria com ele.

Foi o que aconteceu com a analista de sistemas Lívia, 28 anos. Quando ainda estava casada, o marido a proibiu de terminar um curso na área de telecomunicações. "Ele não queria que eu ficasse em uma sala cheia de homens. Para evitar brigas, disse que tinha trancado a matéria. Na verdade, enviei os trabalhos por e-mail e fiz provas na hora do almoço sem ele nem desconfiar. Só comuniquei a farsa quando peguei o diploma."


Mentira tem perna curta
Normalmente, encaramos aquela pequena omissão como uma forma de proteger o relacionamento - afinal, seu querido ficaria chateado à toa. Foi pensando assim que a professora de educação física Martina, 23 anos, combinou de encontrar um ex-amor sem nem cogitar avisar o atual. "Sabia que meu namorado morreria de ciúme e faria um escândalo desnecessário." Então, Martina aproveitou uma viagem até a cidade do rapaz para saírem como amigos. "Quando voltei, tive ainda mais certeza de que estava com o homem certo. Ele nunca desconfiou de nada e nunca saberá o que aconteceu. Não acho que o traí." A psicóloga americana Shirley Glass discordaria. Especialista em infidelidade, chegou à conclusão de que a traição não acontece apenas quando há contato físico e que, pasme, a amizade entre homens e mulheres pode ser tão perigosa para um casal quanto um envolvimento sexual. Em seu livro Not Just Friends (Não apenas amigos, em tradução livre), Shirley apontou que 82% dos entrevistados tiveram um caso extraconjugal com alguém que, a princípio, era um colega. Para ela, mesmo quem está em um relacionamento feliz pode, sem querer, atravessar a linha que divide a amizade platônica de um amor romântico. Polêmicas à parte, todos os especialistas concordam em pelo menos um ponto: para um relacionamento vingar, honestidade não pode faltar. Ela fortalece a confiança entre vocês e ajuda a construir os mecanismos que fazem o amor durar para sempre.


Por que elas mentem
Para o psicólogo e conselheiro amoroso Richard Nicastro, os cinco maiores motivos que levam as mulheres a mentir para o companheiro são:

1. Fugir de uma realidade angustiante.
2. Expressar um traço da sua personalidade que tenta renegar. Por exemplo: quem se sente humilhada procura onipotência, as mandonas se tornam submissas, as éticas, desobedientes.
3. Sentir a adrenalina de ter um segredo só seu.
4. Dominar o parceiro, uma vez que é uma forma de controlar algo a que ele não tem acesso.
5. Evitar intimidade emocional.


Independente de qual motivo causador da mentira é sempre bom contar a verdade, uma mentira por menor que possa parecer para você, para a outra pessoa pode ser o fim =(


Como diz o ditado:

é melhor sofrer com a verdade ... do que sorrir com a mentira



Beijos e lindo FDS para todas vocês =)